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Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

2020.07.27 05:07 sim_meu_nome_e_Leite Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

Oi Luba, gatas, editores, gatas, restos mortais de papelões, Pekeanu Reeves, gatas e turma que está a lever. A história é meio longa, então peço que tenham um pouco de paciência, se possível.
Eu sou bissexual (21, menina). Tirando meu irmão mais novo (19) e minha mãe (51), ninguém mais na minha família (eu acho) sabe. Eu sempre fui bem tranquila sobre minha sexualidade e nunca fiz nada demais a respeito da minha família para fazer que eles saibam, pelo menos até meu primeiro relacionamento sério. Eu tinha 19 anos na época e ela era bem mais velha (25 anos no começo, mais ou menos 7 anos de diferença), nos conhecemos na universidade: Ana (não é o nome dela, mas é o que vou usar) era aluna do curso de mestrado e eu uma bolsista do mesmo grupo de pesquisa da área dela, então eu meio que era responsável por montar os experimentos, auxiliar na instrumentação, produzir alguns artigos, etc... Eu acabei indicada para auxiliar a tese dela e meio que rolou no laboratório mesmo (outra história). Começamos a sair.
Namoramos por 1 ano e 3 meses. Por volta do quarto mês de namoro, eu "saí do armário" porque eu não achava que seria uma grande coisa. Foi meio complicado, meu irmão teve uma reação do tipo "EU SABIA" e minha mãe, bem, ela surtou. Ela exigiu que eu terminasse e parasse com toda a coisa de "sapatona", que tudo era culpa do Dani (meu melhor amigo, aliás ele é abertamente gay) que ele me """contaminou"""" e por aí vai.
Nunca fui 100% próxima dos meus pais, eles eram muito controladores e um tanto entitulados, especialmente comigo e minha irmã mais velha. Saí de casa aos 16 e moro sozinha desde então, pago minhas próprias contas, tenho meu próprio emprego, faço a federal do meu estado e basicamente eles não tem muito haver com a minha vida. Só mantinha contato por causa do meu irmão mais novo, que francamente é meu maior orgulho. No caso dos meus tios, primos e primas, se eu visse eles mais de duas vezes ao ano seria um milagre.
Demorou mais de dois meses para ela voltar a falar comigo e permitir que eu visse o Davi (meu irmão). Ela disse que iria ignorar tudo aquilo com três condições: Não influenciar o Davi, não contar ao restante da família (especialmente meu pai) e levar somente meus "relacionamentos de verdade" para casa (traduzindo, eu só poderia trazer para casa meus namoros heterossexuais e pelas proprias palavras dela: "deixar a put**** fora de casa"). Do contrario, ela nunca mais iria permitir que eu visse meu irmão.
Sinceramente, eu não me importei. Davi e Dani era minha única família de verdade e eles me apoiavam, então estava bem feliz apesar da situação tensa. Sem contar que ele tinha 17, logo faria 18 e já planejávamos que ele se muda-se para minha casa. Expliquei a situação para minha namorada e, surpreendentemente para mim, ela ficou livida (p***) por eu me submeter a esse tipo de merda.
Nós discutimos MUITO. Levou cerca de uma semana para voltarmos. Basicamente, ela achava melhor eu confrontar a situação toda. Eu achava injusto passar por toda aquela dor de cabeça, se eu poderia esperar alguns meses para meu irmão completar 18 e vir morar comigo e então mandar meus pais para aquele lugar. Ainda por cima ela mesma também não era assumida e estava exigindo que eu fizesse basicamente a mesma coisa que ela se recusa a fazer á anos. E eu dizia isso para ela, Ana só dizia que "é diferente" e "para você é mais fácil", por aí vai.
Eu não queria arrancar ninguém do armário. Não precisa ir muito longe na internet para ver os relatos desse tipo de processo que pode ser bem complicado. Eu não exigia que ela me assumisse ou algo do tipo, então na minha cabeça pelo menos, já que eu não exijo isso não teria porquê ela exigir de mim.
Ela insistia que era diferente, que a família dela era mais complicada que a minha (a família dela era beeeem religiosa, já a minha era só conservadora mesmo) que eu não ligava para meus pais e que era fácil.
Mesmo que eu não ligue sobre o que eles diriam sobre minha sexualidade, não é como se tudo que eles dissessem sobre mim não me afetasse. Além disso, toda a confusão seria incrivelmente tensa para o meu irmão, por mais que eu não seja fã dos meus pais, ele os ama e colocar um garoto de 17 anos em uma situação em que ele teria que "escolher um lado" entre parentes que ele ama não é exatamente o conceito de saudável.
Enfim, apesar de toda confusão, botamos uma pedra no assunto e o encerramos. Mesmo assim o clima ainda era estranho e a bolha estourou no natal do ano passado.
Eu mandei algumas mensagens privadas para ela, já que cada uma ficou com sua família no Natal. O pai dela leu as mensagens. Obviamente, as coisas não foram nada boas. Recebi uns áudios bem assustadores dele. Ele é um PM aposentado então eu me caguei um pouco, confesso. Alguns dias depois na véspera do ano novo, nós terminamos.
Meu irmão e eu moramos juntos hoje em dia (atualmente ele têm 19). Por volta de março desse ano um cara se moveu para o apê da frente, com a quarentena passamos a nos esbarrar bastante e começamos a namorar, o namoro vai muito bem aliás.
De alguma forma, minha ex soube e me mandou algumas mensagens (já fazem mais de 7 fucking meses que terminamos). Ela disse muita coisa, a maioria eram um monte bosta, mas uma coisa que ela disse ficou na minha cabeça: Se você tivesse insistido mais com seus pais nós ainda estaríamos juntas.
Bem, isso está na minha cabeça já faz uns dias e eu realmente não sei o que pensar. Meu irmão concorda em parte com ela, e que eu realmente deveria ter insistido mais naquela época e dado uma chance para ver a reação de todo mundo, ao invés de excluir todos de uma vez com exceção dele, mas o que foi, já foi e que eu deveria focar nas coisas de agora.
Bem, eu não tenho quase nenhum contato com meus pais hoje em dia. Não sei qual foi a primeira reação do meu pai e do resto da família, mal sei direito se eles tem alguma ideia. Da feita que o Davi completou 18 fizemos a mudança e não me preocupei em manter contato, disse para minha que ela poderia contar ou não, até agora me parece que ela escolheu não contar. Ele ainda ver nossos pais obviamente
Eu sou uma babaca?
📷ResponderEncaminhar
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2020.07.15 08:43 lilypedals_ nao sei mais o que fazer

A quarentena esta sendo ruim para todos nós, mas por causa dela eu descobri ter ansiedade, e vire mexe tenho alguns " ataques depressivos". Explicando melhor, eu sou uma pessoa que depende muito dos outros, desde a opinião, até emocionalmente. Nao que muitos saibam, mas no quinto ano principalmente ( detalhe: tenho 12 anos) todos os dias eu me sentia sozinha e isso me corroía por dentro mesmo que eu nao percebesse, eu chegava da escola todos os dia e me trancava por pelo menos meia hora chorando, ate então eu nao entendia o pq. Há alguns meses, para um projeto na escola, a gnt tinha que falar de uma coisa que aconteceu na nossa vida que primeiramente nos achávamos que era ruim, mais se tornou boa. Eu menti, eu falei dessa fase que passei no 5º ano e falei que no final eu encontrei a luz e descobri como ser a luz. Esse projeto me deixou muito mal, e dps disso eu comecei a ficar acordada ate muito tarde chorando. Há uma semana eu fui p a praia para passar o aniversário da minha vó com ela e aproveitei p ficar em um quarto sozinha. Resumindo eu fiquei acordada ate pelo menos 4 da manha todos os dia e chorava por pelo menos uma hora antes de dormir, isso por 8 dias seguidos, e algumas vezes enquanto eu estava tomando banho eu tinha um surto e começava a chorar. Um pouco depois da minha família ter voltado p casa minha irmã me ouve chorando e "reclamando" e vem me confortar. Ela eh minha irmã mais velha e faz de tudo para que eu me sinta confortável e amada. Ela descobriu sobre como eu estava em uma noite em que eu estava muito mal, eu mandei mensagem p ela pedindo socorro e que ela me ajudasse pq eu estava muito mal, oq mais me doeu foi o fato dela ter ignorado essa mensagem, por causa disso eu passei dias chorando achando que ela nao ligava p mim, isso porque de todos na minha família ela eh a q mais amo, eu nao admito isso p ngm pq tenho medo de ferir seus sentimentos mas eu me mataria por ela sem pensar duas vezes, eu estou tentando proteger ela dos nossos pais que, embora nao fazem por querer, fazem comentários extremamente maldosos, e eu realmente nao sei como dizer, mas vire e mexe eles me fazem sentir muito mal, ent eu tendo proteger ela disso. Uma das coisas que mais me machuca é quando meus pais viram p mim e falam p eu para de "puxar o saco " da minha irmã, eu estou tentando proteger ela pq me dói ainda mais pensar que ela possa sentir oq eu sinto, nessas horas eu tenho vontade de chorar ate desidratar e socar qual quer coisa que eu vejo na minha frente. Outra coisa que me irrita é quando eles deduzem coisas sobre mim, por exemplo: uma vez uma música começou a tocar e minha irmã ( foi por brincadeira mas me afetou do mesmo jeito) falou p trocar pq eu ficava louca com essa música, acontece que eu me identificava coma letra, e nesse periodo eu estou tentando nao me sentir sozinha, ent procuro coisas na qual eu possa me identificar com. Minha mãe também tem me tratado com a criança que eu costumava ser, brincando comigo e sendo muito grudenta, nao que eu nao goste da minha mãe, mas eu nao sinto a mesma coisa que eu costumava sentir, agr eu me sinto meio presa, com medo de ser julgada e magoa-la, mas enquanto isso eu tenho me aproximado muito do meu pai, ja que ele, mesmo nao percebendo, esta tentando me entender eme ajudar, procurando saber das músicas que eu gosto, me ajudando e encorajando a escolher hobbies que me façam bem, e principalmente me dando espaço, a coisa que eu mais preciso, espaço. Ele esta me respeitando e tentando melhorar, enquanto minha mae acha que nao tem nada a melhorar e acaba né sufocando. Voltando ao que eu estava falando antes, tb tem um assunto que descobri a pouco tempo e tem me torturado a um tempo ja, a minha orientação sexual, eu posso ser meio nova, mas na minha vida toda so gostei mesmo de um menino to 2º ano, e ano passado, no 6º ano eu " namorei" um menino, as aspas pq dps dele me pedir em namoro e eu aceitar, eu passei 1 hora atras de uma moita chorando por ter sido uma má ideia ( foi em um acampamento ), e por mais que eu tentasse eu nao conseguia gostar dele, antes era legal falar com ele, depois tudo ficou muito tímido e vergonhoso, por nao so parte minha já que desde o 1º dia ele ja falava que me amava, e eu nunca correspondi, eu fui uma péssima namorada, mas aquilo era novo p mim. Resumindo faz tempo que eu não realmente gosto de alguém, e agr eu acho que to gostando de uma amiga minha, mas dentro da minha cabeça tem uma discussão de eu querer atenção e de eu realmente gostar da menina, e ao mesmo tempo questionar minha orientação sexual, ja que para eu achar um garoto bonito eh muito mais raro do que p eu achar uma garota bonita. Graças ao dia em que minha irmã me encontrou chorando eu passei a contar tudo p ela, quando eu estou triste eu vou no quarto dela p ela me acalmar e me ajudar a entender. Ela tb é a única a qual eu contei sobre a minha talvez orientação sexual, e ela me apoia em tudo e esta sempre me encorajando a nao ter medo, mas tb esta tentando me preparar p o mundo afora, e ao mesmo tempo me confortando dizendo que se eu precisar, ela vai estar lá, e ela sempre tá.
Resumindo, eu ja falei com meus pais e eu vou fazer terapia quando a quarentena acabar. Eu ja estou um pouco melhor do que antes, mas nao 100%, eu diria que uns 45%, por ai.
•esse eh um trecho do que eu escrevi em um dos dias em que eu estava mal• ( esta em inglês pq eu me identifico melhor com a língua )
I fell like nobody understand me, even though I know I'm not the only one felling like this. I fell like the world is changing and there's no place I fit in. I already considerate having depression, anxiety, low self esteem, but at least when quarantine is over I'm going to therapy, I think it'll help me, someone that can tell me what to do, someone that now what I'm going through, that will know me as that sad kid, that sad 12 years old girl, that already though about killing herself but didn't do it because of fear, and not even for that she has the courage. It'll be someone that knows me as I truly am, because I'm tired, I'm tired that everyone that sees me or ignore me or see me as the happy kid I used to be, I'm not that girl anymore, I was stupid, stupid for thinking that I would be that happy forever, I was wrong. I cried to sleep the whole week, and now I read that the persons u think before sleeping are or the person u r in love with, or what makes u sad, the problem is that everyday I cry to sleep thinking about my family and my best friends, and that means that probably they are the reason I'm sad, but there's another problem, I'm almost sure I'm in love with my best GIRL friend, and is not a problem that is a girl, at least not at all, but that is that girl, MY BEST FRIEND, the girl that sees me just as her friend. SHE'S STRAIGHT, SHE LIKES ONE OF MY BOY FRIEND'S, and that boy is a boy and he's not me. Life is literally messing so bad with me, just because I wanted to know its like to actually like somebody, that doesn't means that the person should be my girl best friend.
I might have depression, and when quarantine is over I'll do therapy, and I started thinking a lot about something, how my friends will react when they discover this, because I won't tell then, I don't want then to think me as the poor girl who couldn't handle with life, or think that I just want attention, even though I do, I want attention, I just wanted people to notice me, I wanted my best friends to notice that I'm not good, I'm not felling okay. And I try putting this thought away from my head, but he won't leave, he's still there, I think it was better when I thought I had no friends, because at that time at least I wasn't trying to make people notice me. Now I'm always trying to make people notice me, even my friends sometimes forget I exist.
I'm not being myself for a long time now and nobody notice.
I just want to be happy
I've been trough so much, just trying to see the light.
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2020.07.02 23:12 le4ndrade Sou babaca por não acreditar na ex amiga?

Olá Lubixco sem barba, editores, gatas, e pessoal que estar a veler. Minha história é um pouco longa pq começa no ano de 2018, quando o meu ex(terminamos tem dois meses) me pediu em namoro, no dia seguinte do acontecido esta garota, vamos chama la de Lars, veio nos “parabenizar” pelo relacionamento, mas ela começou a falar de uma vez que eles tinham saído e de como eles tentaram ter uma relação, mas que chegaram ao ponto de que não combinam e bla bla bla (obviamente fiquei muito puta com a falácia de Lars) por que ela era minha amiga e frequentava minha casa, sempre chamei ela para sair conosco, o que me fez passar pano para ela por no mínimo uns 3 meses, então ela voltou a ir nos roles no qual eu não chamava mais e começou a me ignorar 100%, ela nem olhava na minha cara(vaca), nisso eu já parei de passar o pano e comecei a falar pra todo mundo o que eu achava, falei para amigas dela que eu não curtia mais a presença dela (por saber que elas contariam pra ela) achei né, inocente, que ela nos deixaria em paz, mas não aconteceu ela teve a audácia de convidar o meu ex e a FAMÍLIA dele para o aniversário dela e não me chamou, aí o nível de putisse que ardia em mim subiu mais, eu mandei mensagem pra ela, falando que eu não gostei da atitude, de como ela agiu, e novamente eu inocente achei que ela nos deixaria em paz, até que houve uma festa na casa de um colega na qual eu e o ex não fomos pois sabíamos que ela estaria lá, nesse role ela falou que ele era maravilhoso, uma ótima pessoa, que ela gostava muito dele e de conversar com ele (guardem essa parte, importante!) então nos contaram o q ela disse e ele bloqueou ela de todas as redes sociais. Até que terminamos, e a uma semana atrás ela veio falar comigo, disse que não teve a intenção de me machucar e que queria voltar a ser como era antes, me disse também que ele foi atrás dela assim que acabou o namoro, queria me mostrar a conversa que tiveram, disse também, que ele era imaturo, mimado, infantil e tudo mais, que ela não queria mais ser amiga dele(lembra da parte que falei pra guardar), ela também me disse sem ao menos eu perguntar que ele foi na casa dela várias vezes depois, a única coisa que respondi pra ela foi que eu sustentava tudo que disse para as pessoas sobre o caráter dela e que nada ia me fazer mudar de opinião, que eu não queria ela por perto e que ela foi uma grande fdp. Algumas pessoas da minha galera acham que eu fui babaca com ela. O que acham? Bjoo Luba e galere!<3
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2020.07.01 05:11 Oshi_neah Fui babaca por tentar dar uma lição de moral no meu ex? (MINHA PRIMEIRA VEZ AQUI, UHUUUL)

Olá Lubinha, esforçados editores, Espírito Santo já que o possível convidado nunca está conosco, lindas gatas, finados papelotes e turma que está a ler.
Essa história tem quase 1 ano e basicamente ela é sobre o término do meu webnamoro. Se preparem, talvez vai ser longa. Pode me chamar de Carls, Luba. Eu ficaria feliz kkkjj (manda um beijo pro Espírito Santo-ES se ler essa história por favor menorquetreix ❤
Bah ahã, eu namorei um boy virtualmente por 1a e 10 meses (vou chamar ele de Zarls pra ficar legalzinho) e terminei por que o namoro já tinha ficado cansativo, eu não estava mais gostando dele e ele não parecia estar mais interessado em mim, tivemos muitas brigas durante o relacionamento principalmente por causa de ciúmes de ambas as partes (namorar a distância é muito pior em relação a ciúmes, e eu achava um saco ter que lidar com isso) e ele estava há um tempo falando bastante de uma outra garota que ele tinha conhecido na escola e eu desconfiava que ele estava me traindo com ela (PS: fiquei sabendo que o Zarls ficou com essa garota assim que eu terminei com ele, pois é) ele dava muitas desculpas pra não ficar mais comigo, não gostava de jogar comigo e nem dava sugestões de novas coisas que pudéssemos fazer juntos, mesmo distantes, não se esforçava pra gostar de nenhuma das coisas que eu gostava apesar de eu começar a gostar de muitas coisas por causa dele e pra ter assunto pra falar com ele, além de que em tudo o que a gente discutia, ele sempre tentava se sair por cima querendo ser melhor doq eu em tudo e isso me deixa extremamente irritada.
Bom, depois do nosso término nós acabamos não rompendo 100% do nosso contato pq nós estávamos no mesmo grupo de amigos do Facebook e eu não queria me desfazer de todos eles por causa de um namoro rompido, e sempre que eu ia dizer alguma coisa ele tentava me mandar uma indireta dizendo algo relacionado a mim que ele não gostava quando estávamos juntos, quando eu desabafava por estar triste ele se metia dizendo coisas como o típico Nice People "Ain, está com depressão? Apenas fique feliz! Apenas supere!" (tive depressão antes de estar com Zarls e depois ainda tive depressão por bastante tempo e ele sabia disso e me ajudou bastante algumas vezes, isso ainda vai ser relevante), fiquei muito nervosa com essas coisas e dei uns cortes nele até que ele me bloqueou e saiu do tal grupo que tínhamos com esses amigos, nesse meio tempo eu acabei reclamando muito dele com esses amigos, disse que ele tinha sido hipócrita comigo e que eu não aguentava mais lembrar dele, até que cheguei em um pico de raiva e disse que na verdade, preferia que ele estivesse morto (sei que fui muito cruel dizendo isso, mas não acabou por aqui) Algum tempo depois, uma página de LoL (nos jogavamos muito LoL juntos) anunciou que criaria vários grupos separados no Whatsapp para os fãs da pagina (se não me engano eram 5 grupos) e eu fiquei super animada em participar pq gosto de conversar com pessoas diferentes sobre coisas que eu gosto muito. Lembrando que tinham 5 grupos nessa página, e existiam mais 4 opções além da minha pra ele entrar e ficar lá com diferentes tipos de pessoas, mas adivinha em qual grupo ele entrou?
Exatamente
NO MESMO QUE EU!!
Eu reconheci ele pelo número de telefone dele (detalhe: dois anos de namoro e ele não tinha decorado meu número KKKKKKKKKKKK)
Ele não sabia que eu tava no mesmo grupo que ele, pq como eu disse ele não tinha gravado o meu número no celular dele, porém assim que eu percebi que ele estava no mesmo grupo que eu, eu quis sair de lá, porém eu percebi que no meio das mensagens que ele mandou, ele estava reclamando de uma ex, e até aquele momento a única ex que eu sabia que ele tinha era eu, e quando fui ler ele realmente estava reclamando de mim, e além de estar reclamando ele estava MENTINDO SOBRE MIM E ME FAZENDO PARECER A EX LOUCA E SURTADA QUE ABUSOU DO INCRÍVEL PSICOLÓGICO DE MERDA DELE. Eu fiquei enojada e não acreditei que ele tava falando coisas tão ruins do nosso relacionamento, eu me desdobrei tempo inumeras vezes pra tentar fazer ele feliz e se sentir melhor mesmo que meu emocional estivesse pior ainda, já que na época eu tive depressão e até mesmo me automultilava pra tentar resistir a dor que eu sentia) No meio das conversas ele disse que eu era IDIOTA E TROUXA por ter comprado 2 skins no LoL de presente pra ele, o que custou uns 60 reais do meu bolso e ficou se exibindo por ter ganhado de mim skins bonitas e de patente alta no jogo (ele nunca me deu um único presente em dinheiro, nunca comprou nada pra mim e eu nunca cobrei isso dele pq dizia que o importante não eram presentes caros e sim oq ele sentia por mim, oq pelo que eu vi era um sentimento falso). Nesse momento, eu fingi que não era a ex dele e que só era uma pessoa ali no meio e entrei no meio da conversa, tentando ao máximo não atacar ele pq eu já tava PUTA de raiva, mas sabia que atacar e xingar ele não resolveria nada, então só disse que não achava saudável as pessoas atacarem outras e chamarem elas daquela forma, principalmente se essa pessoa era uma ex e tinha feito parte da vida dele, que ele deveria ter um pouco de respeito pelo que a pessoa tinha representado pra ele. Pois bem, o Zarls TIROU ONDA doq eu disse e afirmou que a ex dele era só uma louca que sentia ciúmes sem motivo dele com a amiga lésbica dele (eu realmente senti ciúmes dele com a melhor amiga dele, apesar de ela ser lésbica, mas não era pq eu achava que ele ia me trair com ela, e sim pq quando ele estava com ela, ele não me dava atenção NENHUMA, NEM UM PINGO, ZERO, UM VÁCUO DE ATENÇÃO, e isso não aconteceu uma ou duas vezes, acontecia direto, eu reclamava com ele, ele dizia que ia mudar mas nunca mudava) aí eu tinha ficado nervosa, perguntei se "a ex" dele tinha algum problema psicológico pra sentir ciúmes compulsivos dele (pq foi oq ele disse que eu sentia, aiai) aí ele só disse que ela só tinha depressão (pelo menos uma verdade), e eu falei me vitimizando um pouco, isso eu confesso, que talvez ele não tinha tratado ela como deveria, já que ela tinha depressão os sentimentos dela nunca seriam 100% normais pq existia muita insegurança e coisas do tipo, e disse que se ele tivesse oportunidade de conversar com "ela", seria bom que ele pedisse desculpas pra ela, pq se "eles" tinham terminado, claramente a culpa não era só dela, e sim dele também (não tiro de mim a culpa pelo meu relacionamento ter dado errado, sei que cometi erros também, mas eu sempre me esforçava pra mudar eles, coisa que eu nunca vi ele fazendo) e mandei ele ter mais respeito pelas pessoas e parar de falar mal de ex'es dele na internet no meio de um monte de desconhecidos que provavelmente nem conheciam ela, pq isso era falta de respeito e que o relacionamento era uma coisa que ele tinha que resolver pessoalmente com ela, e não ficar explanando a vida dela pra gente desconhecida. Pois bem, uns 10 minutos depois disso aparece mensagem dele no meu Whatsapp, mensagem privada mesmo, dele me mandando parar de fazer drama no grupo, sendo que era ele quem estava lá me apresentando como uma louca e ele como o santo que não fez nada de errado, mentiroso do krl. Perguntei como que ele tinha conseguido meu número e ele disse que tinha pegado o número sabe com quem? Com aquela melhor amiga lésbica dele (vou chamar de Karen, que se dizia minha amiga também e eu tinha desabafado com ela dias antes disso e ela parecia me apoiar e não a ele que tinha literalmente ME TRAÍDO), nessa hora fiquei puta com os dois, com ele por ter mentido muito sobre mim e com ela por ter dado o meu número pessoal pra uma pessoa que eu claramente não queria que tivesse o meu número sem nem me perguntar antes. Quando ele me reconheceu e mandou mensagem no privado, eu disse pra ele pra parar de ser infantil, que essa atitude dele não se fazia ainda mais com uma pessoa que tinha perdido 2 anos da vida dela por causa dele e que ele sabia muito bem que tinha depressão e que poderia muito bem se matar depois de um absurdo desses que ele tinha feito simplesmente pra parecer o "bonzão", falei que fui muito trouxa de ter acreditado que um dia ele gostou de mim, falei que ele era um fingido desgraçado e que não merecia nem um único segundo que eu gastei com ele e nem um único centavo que eu tinha gastado com presentes pra ele, falei que esperava algo mais decente vindo dele e que depois de não ter nem tido a iniciativa de me pedir em namoro por si próprio (ele me pediu em namoro pq uma amiga aconselhou ele a fazer isso), esperava que pelo menos no término ele agisse como homem e não como uma criança que só queria atenção. Falei que ele não merecia a mulher que eu tinha sido pra ele, e que como ele era um mentiroso crianção de MERDA e não respeitava nada doq eu fui pra ele, na verdade ele não merecia mulher nenhuma. Bloqueei ele depois de ele pedir desculpas da forma mais genérica possível e disse que antes de fuder o psicológico de outra garota, ele precisava primeiro crescer e tentar ser uma pessoa melhor. Fui conversar com essa amiga dele que deu meu número pra ele e ela confirmou que fez, mas ficou se fazendo de vítima e depois me bloqueou também, acho que tinha me livrado de uma boa, pq se ela tinha me metido a facada nas costas uma vez, ela poderia fazer de novo futuramente. Não acho que ela tenha se arrependido, mas enfim, foi isso que aconteceu. Depois de um tempo me arrependi um pouco de ter fingido ser outra pessoa pra fazer essas coisas com ele, mas não sei julgar se foi injusto, por isso deixo o julgamento com vocês. Eu fui babaca ou não fui?
PS: Na época eu tirei prints das conversas no Whatsapp, mas eu troquei de celular e não consegui salvar as fotos, e tbm não achei elas no meu Google Fotos pra confirmar, mas vou continuar procurando. Se eu achar tento colocar aqui no post ok? Beijos lindos menorquetreiss
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2020.06.20 15:56 BaneBosic Jogos online e relacionamentos: a velha treta

As vezes eu me sinto renegada pelo meu namorado porque ele gosta de jogar durante t-o-d-o o tempo livre dele. E não me entendam mal, eu não sou nenhuma insuportável maníaca por atenção, que não quer que ele pare de jogar 100%. Acontece que é num nível de que chega final de semana e ele passa o dia todo jogando lol desde que acorda, para só na hora das refeições e continua até de madrugada (atualmente moramos juntos). Eu já conversei com ele e nada.... Pior é que vejo que mais pessoas passam pelo mesmo problema nos namoros, então sei que não sou a única que se sente deixada de lado por isso. Esse nem é o meu primeiro namoro em que passo pela mesma coisa, na verdade. Mas ainda não sei o que fazer.
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2020.06.10 08:16 jennizinha007 MEU RELACIONAMENTO TÓXICO

Olá luba,editores,papelões falecidos,cats,etc. (Já vou avisando a história é longa). Bom vou contar meu primeiro relacionamento sério,não sei dizer se foi realmente tóxico,mas minhas amigas dizem que sim e as vezes eu acho tbm. Bom primeiramente eu era bv e tudo mais,e eu sempre fui meio f0dasse pra essas coisas,enfim,eu conheci o Carls em 2018 e até então eu e ele eramos amigos e ele até já deu em cima de mim algumas vezes mas eu não dava muita bola,pois na época estava na famosa friendzone (inclusive fiquei por 1 ano e 4 meses nessa p0rra),enfim,depois ele passou de ano e eu burrinha repeti o 1 ano do ensino médio,fases,eu e ele acabou se afastando,conversamos algumas vezes mas nada demais,ele tava namorando até então tbm,até que em meados de outubro de 2019 ele me chamou do nada e começamos a conversar,até que começamos a flertar,porém eu nem sabia o que estava fazendo,eu era bv po,enfim. Depois de duas semanas ou uma sla,a gente marcou de ficar,em uma segunda feira (claro que eu disse que eu era bv e tals,e ele até gostou de saber disso,acho que gostou de ser o primeiro,talvez pra aumentar o ego dele),chegou segunda ficamos e foi bom confesso,depois a gente continuou conversando e tals na quarta eu fiquei com outro guri (era um amigo e eu tinha meio que prometido,então fiquei com ele,porém não falei nada pro Carls pois não estávamos sério nem nada),na quinta de madrugada Carls falou que queria me ver na sexta pra gente conversar de ficar sério,eu toda apaixonada disse okay,na sexta quando cheguei da escola ele me mandou a seguinte mensagem "Jennifer me falaram que vc tava de gracinha com um guri na biblioteca",eu disse que não,a única coisa que fiz que até falei pra ele,é que eu fiquei deitada no ombro do meu amigo Varls e que fiquei fazendo carinho na cabeça dele depois,porém eu sou assim com meus amigos então pra mim é normal,ele relevou aparentemente,quando de tarde fui no mercado que ele trabalhava lá,eu me encontrei com ele e ele foi super simpático cmg,na minha cabeça tava tudo suave já,ele falou pra mim quando chegar em casa mandar mensagem e eu fiz isso até que ele me respondeu super seco e tals,chegou sábado e nem mandou mensagem,e quando mandei ele foi super seco,ai no domingo mesma coisa,quando na quarta eu mando um [email protected] texto pra ele,falando que tava apaixonada nele e os caralh0 a 4 e queria saber dele,ele pegou e falou "Jennifer desculpa não gosto de vc,e ainda não superei a minha ex,mas saiba que vc é incrível e bla bla bla bla",eu simplesmente falei okay e desliguei o celular e chorei muito,e ele acabou voltando com a ex,quando duas semana se passou e ele terminou com ela,(isso já estavamos em novembro na segunda semana),ele me chamou na quarta,me pediu desculpas,mandou áudio chorando e dizendo que foi idiota e sla mais o que,eu tentei ajudar ele por conta do termino e até desculpei ele,nisso acabamos voltando a conversar como amigos,e pensamos em ser amigos coloridos,até que ele disse "queria ter mais que amizade colorida contigo",eu fiquei toda idiota pq ainda sim,eu gostava dele. a gente ficou algumas vezes até que ele disse de ficar sério,e realmente ficamos (não estávamos namorando só ficando sério,ou seja eu ficava apenas com ele e ele apenas cmg,meio que se conhecendo pra ver se o namoro daria certo vamos dizer),mas ainda sim eu estava insegura de tipo ele acabar tudo cmg e a qualquer momento ele voltar com a Carlitas,mas segui plena,até que tipo ele começou a falar que eu não dava muita atenção,sendo que eu falava pra ele que era complicado,pq na época eu tava com um celular muito ruim,pois o meu tinha quebrado e eu tava pra comprar outro,e esse celular desligava do nada,ou travava,então eu não mexia muito nele por isso não dava atenção pra ele direito,ou então ele falava que eu não demonstrava que gostava dele,sendo que quando eu era fofa com ele,ele apenas falava "nousa como vc é fofa" ou algo assim,ele nunca retribuía,e olha que eu nem sou muito fofa,mas as vezes com as pessoas certas eu sou. A gente tbm brigava quase sempre,muito difícil ficar de boa,pq ele sempre tinha alguma coisa,uma em específico até entendi,agr tinha outras situações que eram bem desnecessárias,que ele não me deixava explicar e já ficava putinh0 ou então ele interpretava do jeito dele,até que na sexta eu sai com ele pra comer lanche e de quebra conhecer um casal de amigo dele,foi muito bom e por milagre a gente não brigou naquele dia,fomos na casa desse amigo dele,e eu e ele ficou no quarto sozinhos e só rolou beijos e bom ele sabia que eu tinha arrepio na barriga e queria brincar ali vamos dizer,mas eu sabia que não iria ficar só ali,então neguei ele insistiu mas ai ele viu que não iria conseguir e desistiu,depois eu fui embora e pronto,no sábado ele conheceu meus pais (já estávamos um quase um mês por ae),e depois ele me levou pra tomar açaí o dia estava ótimo,não durou muito tempo,brigamos ele foi embora muito put0 cmg e tals,no domingo eu fui conhecer a melhor amiga dele,e um amigo,e de novo ficamos sozinhos em um quarto,ele tbm forçou só que dessa vez ele queria dar um de bb e mamar a Simone e Silmara,eu neguei como uma boa samaritana e ele insistiu mas sem sucesso desistiu,até que em um momento ele disse "eu te amo",e eu toda boba apaixonada disse tbm. Depois desse dia eu disse outras vezes que amava o Carls mas ele nunca dizia,ele só disse aql dia,e isso fez eu ficar muito mal,e não só essas coisas,mas ele nunca era fofo cmg,em tipo "nossa te amo,vc é realmente uma pessoa incrível pra mim etc",só eu fazia isso,ele não curtia minhas fotos nem amei ele dava,nem comentava,era como se eu não fosse importante ou sla,e isso me deixava mal,pq eu queria que ele comentasse e desse amei na minha foto,mas quem fazia isso eram outros meninos (pq neh,poucas pessoas sabiam que eu estava sério com ele,não eramos assumidos),eu lembro de uma vez que eu disse que iria cortar meu cabelo,meu cabelo estava tipo na cintura e eu queria cortar no ombro,e ele só disse "aahhh não acho que vai ficar legal,assim ta ótimo pra mim,mas vc que sabe",eu queria o apoio dele e nem isso eu tinha,ele tbm muitas vezes me comparava com a ex dele do tipo "nossa a Carlitas tbm era assim,ela não falava muito e só eu me abria",ou "nossa vc tbm tem melhor amigo? Pq toda menina tem neh,a Carlitas tbm tinha",coisas assim,e poxa isso é horrível,até que falei que estava me incomodando e ele parou,sabe eu odeio brigas e discussões então sempre quando ele queria discutir eu só "okay vc tem razão e deixava pra lá",e mesmo muitas coisas dele estarem me incomodando eu não falava e relevava pq gostava dele,até que uma semana antes do natal,ele terminou cmg,simples,disse que eu não demonstrava que gostava dele,que eu não tinha ciúmes dele (tipo quando ele saia eu deixava e só falava pra ele tomar cuidado e mandar mensagem quando chegar,e tbm que eu não tinha ciúmes da melhor amiga dele,essas coisas),disse tbm que não estava pronto pra um relacionamento agr,pq querendo ou não ele ainda não tinha superado a ex 100%, e bom a gente terminou,eu até tentei voltar mas sem sucesso,fiquei um dia inteiro no meu quarto sozinha,chorando e não sai de lá,até então a gente terminou super de boas,e amigos,até que no ano novo eu mandei um texto dizendo que eu ainda não tinha superado ele,e essas coisas,até que a gente fez ligação e ele começou a falar um monte de coisa que eu não esperava ele falar pra mim, ele disse coisas do tipo "vc é uma egoísta,eu odeio vc,vc fez eu pegar raiva de vc,não quero nunca mais ver vc,vou apagar seu número,e quando me ver na rua vai pra outro lado,me esquece,vc é uma egoísta Jennifer,vc precisa crescer,tu é muito criança ainda,e quando acabar essa ligação eu sei que vc vai falar com seus amigos que na vdd nem são seus amigos,são tudo falsos e precisam evoluir assim como vc,e toma cuidado com o que vc vai falar de mim viu Jennifer,e obrigado por estragar a minha noite",eu chorei demais demais,fiquei muito mal,e adivinha? Assim que acabou a ligação ele foi correndo pra mandar áudio pra minha melhor amiga dizendo "fala pra Jennifer não mandar mais mensagem,eu odeio ela etc",e bom eu não conversei com nenhum amigo meu sobre o ocorrido,só depois de um tempo,pois ainda doía muito. E ele superou rápido,ele postava coisas do tipo "estou solteiro,deu errado o outro romance" coisas assim. Durante isso tudo eu conheci um guri que tbm tinha dado errado com uma pessoa e começamos a conversar como amigos e bom,hj em dia estamos namorando a 4 meses,e ele super me entende e me apoia,e estou super feliz com ele,porém não tenho nem um rancor do Carls e espero que ele seja feliz. Mas eai,eu errei em algum momento? Meus pais e amigas dizem que ele só queria me c0mer ou apenas me usar pra esquecer a ex dele,e que ele foi muito babaca cmg,inclusive a ex dele hj em dia é minha amiga e ela tbm esta namorando.... Conclusão: a única coisa que ele era bom era no beijo. Bjs luba te adoro <3
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2020.05.14 05:43 novadulto Não consigo me manter apegado (a pessoas, coisas, ideias...)

Minha cabeça é meio bagunçada, então já peço desculpas antecipadamente pelo texto meio perdido hahaha.
Sou homem, atualmente com 30 anos, e tenho uma dificuldade enorme de me manter apegado a algo ou a alguém.
No âmbito de relacionamentos lembro que durante o ensino médio eu tinha meu grupo de amigos e a gente tava sempre junto, saía de fim de semana, ia viajar nalgum feriado prolongado... Mas o tempo foi passando e, uns dois anos depois de terminado o ensino médio e perdermos aquele contato diário, comecei a "cansar" deles. A gente ainda saía umas 3 vezes por mês, mas cada vez eu tinha menos vontade praquilo, tava sempre arrumando uma desculpa pra não ir, não procurava mais eles (só falava com alguém se viessem falar comigo antes), até que chegou num momento em que eles me procuravam cada vez menos e finalmente largaram mão de mim. Isso foi há uns 10 anos e eles foram meus últimos amigos de verdade (de lá pra cá tive apenas colegas).
Ainda nos relacionamentos, agora amorosos, tive minha primeira namora de verdade (as outras foram aquelas namoradinhas não tão sérias) na faculdade. Nunca fui o pegador (muito pelo contrário, quando eu arranjava alguém eu já me apaixonava e ficava com ela por uns meses), até por não ser uma pessoa que leva muito jeito na conquista (não sou tímido, converso com todo mundo, mas se for alguma garota por quem estou afim eu travo), mas sempre quis experimentar essa vida (talvez por não ter tido essa experiência e vê-la como algo maravilhoso eu tenha alguns dos problemas nos relacionamentos amorosos que vou relatar a seguir). Vejo uma mulher que me atrai e dou aquela acompanhada com o olho, fico "analisando o material" (não levem pro lado machista da coisa), dou umas fantasiadas... Não chega a ser aquela coisa nojenta de enfiar a mão na calça ou ficar secando a mulher e lambendo os beiços, e obviamente eu tento disfarçar, mas eu dou sim uma boa conferida. Fico imaginando como seria minha vida de pegador, dormindo cada noite com uma, passando um fim de semana com alguma que me agradasse mais... Mas quando começo a namorar tudo isso some - eu só tenho olhos pra minha namorada, me entrego totalmente, sou super disposto quando vamos nos encontrar (normalmente sou meio preguiçoso, de modo a preferir ficar na cama a sair pra passear)... Posso até reparar que outra mulher é bonita, mas não passa disso, de uma mera constatação (assim como posso olhar pra um homem e pensar "esse cara é bonitão" sem que isso signifique que quero pegar ele, ou pensar "que cachorro fofinho" sem querer adotá-lo), não rola qualquer olhar mais prolongado, qualquer fantasia... Até aí maravilha, acho isso até bom já que estou num relacionamento sério e ficar desejando outras não seria saudável pra mim ou pro relacionamento. Acontece que com o passar dos meses eu vou "enjoando" daquele namoro, parece que vira uma obrigação - eu continuo super apaixonado pela minha namorada, mas eu simplesmente começo a não ter mais saco pra ter que sair de casa e ir encontrá-la; junto disso começa a voltar aquele desejo por outras. E aí já não tô mais feliz, sinto que o namoro já deu o que tinha que dar e termino. Já reparei que isso começa uns meses depois que a gente começa a ter uma vida sexual mais ativa (e como costumo namorar "meninas de família" isso costuma levar uns meses), até por isso penso que talvez seja uma "programação biológica" no sentido de passar os genes adiante (apesar de essa parte em especial não rolar graças à camisinha hahaha), de modo que depois que o "objetivo é cumprido" meu organismo não manda mais os mesmos sinais que me faziam querer ficar com aquela pessoa (como se toda aquela paixão fosse só um meio de me fazer chegar no objetivo sexo). Quando termino eu penso comigo "não vale a pena, é sempre a mesma coisa - me apaixono, namoro, me dedico pra caramba só pra depois de um tempo eu me cansar daquilo e terminar tudo" e decido que não vou mais perder tempo com namoros. E aguento bem nessa, fico uns dois anos de boa com isso, até que começa a bater uma puta carência e acabo entrando num novo namoro.
Meu último namoro terminou deve ter 3 anos e até recentemente eu tava de boa com mais uma das minhas decisões de "vou ficar sozinho, é mais fácil assim", mas nessa última semana já começou a bater aquela vontade mais forte de ter um contato mais íntimo com alguém. Normalmente quando vem esse desejo (não confundir com o mero tesão) eu bato uma punheta e tá resolvido, a vontade passa (até por isso acho que o meu desejo de ficar com alguém seja mais sexual/"evolutivo" do que afetivo), mas têm vezes que não, eu bato uma, duas, três e continuo com aquele desejo de "eu quero uma namorada" e já começo a fantasiar sobre como seria a namorada perfeita, como a gente se conheceria, como seria a nossa vida juntos... Esses três últimos dias foram assim.
Importante notar que justamente por isso eu não pretendo ter filhos - além da quebra obrigatória na rotina (coloco o "obrigatória" aqui porque não vejo nenhum problema em quebrar a rotina, desde que isso parta única e exclusivamente de mim) fico pensando se um dia eu simplesmente "enjoar" deles, sem contar que quando a gente ama alguém a gente se preocupa com aquela pessoa, acaba fazendo por elas coisas que não queria ter que fazer... (já percebi que eu quero viver pra mim, que sou uma pessoa egoísta). É como diz a música:
Why can't we give love that one more chance?
[...]
'Cause love's such an old fashioned word And love dares you to care for The people on the edge of the night And love dares you to change our way of Caring about ourselves
Sério, por mais triste que possa ser dizer isso (e me sinto péssimo quando penso nesse tipo de coisa) eu sinto que minha vida seria muito mais fácil se eu não tivesse família, já que eu os amo e me preocupo com eles e isso me impede de levar a vida 100% a minha maneira, de me isolar...
Tenho esse problema de "apego" também com estudos - quando eu tava no colegial não queria nada com nada, acabei fazendo direito porque no meu meio a "sequência natural" do ensino médio é a faculdade e por achar que dos cursos existentes essa era o tinha mais a ver comigo (ledo engano). No começo eu tentava estudar bastante, comprei várias doutrinas e tudo o mais, mas realmente não era pra mim (esse é um curso que eu realmente me arrependo de ter começado). Uns anos depois abandonei e parti pra biologia. Gostei bastante do curso e no começo, novamente, eu estudava bastante, mas com o passar dos semestres ia dando aquela desanimada e eu estudava cada vez menos. Mesmo assim terminei o curso, e desse eu não me arrependo (se é pra ter algum arrependimento é de não ter feito ele logo de cara e de não ter me empenhado mais). Entretanto, durante o curso eu tive muito contato com a galera da licenciatura (fiz bacharel), até porque as turmas eram juntas, e assim que terminei o curso de biologia parti pra pedagogia (eu queria trabalhar com crianças). Assim como no direito eu tinha uma visão bem fantasiosa de como era a área e acabei não durando muito no curso (esse tá fazendo companhia ao direito na sessão de "cursos que me arrependo de ter começado" [afinal representa um tempo perdido]).
Não sei, às vezes parece até que é um mecanismo de autossabotagem (ou autopreservação), como se sempre que eu fosse começar a ficar mais por conta própria, crescer na vida, ter mais responsabilidades, eu desse um jeito de protelar aquilo e voltar à zona de conforto.
Atualmente tô prestando concursos na área de biologia e logo começo em um (apesar de continuar estudando pra ver se passo em algum melhor - de vez em quando eu pego firme nos estudos, sinto que tô aproveitando bem, mas aí de repente dá um desânimo e largo mão) - quero só ver como será, se conseguirei dar o meu melhor e me empenhar como eu gostaria ou se minha cabeça vai dar um jeito de me sabotar e se eu cederei (apesar de eu achar extremamente difícil, já que estarei ganhando dinheiro [um salário que não é bom mas também tá longe de ser ruim], poderei ir morar sozinho, colocar em prática meus planos de juntainvestir um dinheiro e talvez daqui a 30 anos ir morar no campo, viver de renda, totalmente por conta própria...
Outro problema é que eu tô constantemente mudando - às vezes eu quero uma coisa, num outro momento quero outra completamente contrária. Pra exemplificar, quando paro pra pensar em "como seria a vida perfeita" pra mim eu tenho várias versões - em uma eu encontraria uma mulher perfeita, nos apaixonaríamos e viveríamos juntos e felizes para sempre; em outra eu seria o solteirão pegador que "pega e não se apega", que vive viajando pelo mundo; numa terceira inventariam um MMORPG fodão (imagina algo em realidade virtual com conexões neurais, de modo que parece que você realmente tá ali) e eu passaria o dia jogando; e assim por diante, se aparecesse um gênio agora e dissesse "você pode escolher a vida que você quiser e ela será sua" eu sinceramente não saberia escolher.
Obs.: ao falar de "arrependimento" e "tempo perdido" eu entendo que essas experiências me ajudaram a ser quem eu sou hoje, pode ser que sem elas as outras experiências que hoje eu gostei não tivessem sido tão proveitosas (ou mesmo estivessem nessa categoria de "me arrependo") justamente porque eu não tinha a maturidade que elas me deram. De qualquer forma é difícil deixar de pensar em como eu gostaria de não ter perdido tanto tempo com elas.
Mais alguém aqui tem esse tipo de problema? Alguma ideia de como resolver?
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2019.12.17 19:31 KeyZZR O que você tenta salvar?

Não sei se isso é bem um desabafo, na real é um conselho. Esse ano foi intenso pra todo mundo, não diminuo a luta de ninguém, na real, se você aguentou até aqui você é um guerreiro.
Eu sempre achei que aquelas frases "Parece que nesse ano eu vivi dois" ou "Parece que em 2019 eu tive duas vidas" eram sempre um melodrama adolescente. Agora eu entendo, esse ano foi insano pra todo mundo, pra mim também.
2019 foi um ano de MUITAS mudanças, perdi muitas pessoas próximas, mas alcancei conquistas na minha vida que foram únicas e que me mostram que as nossas lutas sempre trazem o melhor, fiz amigos únicos e criei laços novos, mas no fim, também terminei um namoro. Que me ensinou muito. Nós fomos maduros, terminamos igual gente, não igual pirralhos, no fim, a gente se ama, mas ninguém quer continuar magoando o outro.
Então, voltamos para a nossa perguntinha que é o título desse post:
"O que você tenta salvar?" Em uma das conversas que eu tive com a minha (ex) namorada, cheguei a uma conclusão que ela achou muito bonita (de certa forma), a seguinte: "Pra ti, o SALVAR A GENTE era lutar com unhas e dentes pra salvar o AGORA. Pra mim, o SALVAR A GENTE era ajeitar as correrias e problemas da vida, organizar a saúde mental e salvar o FUTURO". Foi um impacto, mas era a realidade.
E você? O que você tenta salvar? Ninguém precisa ficar com aquela ansiedade de viver somente pensando no futuro, mas ninguém precisa resolver todos os problemas na zona de estresse também. A vida é um ciclo, coisas vêm, coisas vão. As vezes vale a pena dar um tempo pra tu pensar nisso também. Pausa a tua vida, resolve as tuas coisas, depois você continua com a tua saúde mental estabelecida de novo (Que era o que eu precisava, me sentir bem). Nem tudo tem respostas e soluções imediatas, entenda isso também, eu demorei pra entender e depois de muitas noites chorando e crises de ansiedade eu comecei a pensar melhor nisso, me cobrar menos, ser mais humano comigo mesmo, não cair em crises de insuficiência.
Talvez, pra ajeitar e salvar a tua vida, só te falte um pouco de paciência consigo mesmo, pausar tua vida nesses problemas, ajeitar depois. Não tem problema terminar um namoro, procurar sair de um emprego abusivo, quebrar uma amizade tóxica. O problema é você não estar bem e não aceitar isso. Aquele "Ta tudo certo" é uma ilusão pra ti mesmo, e é isso que mais dói. Sinta as coisas, mas não minta pra ti. Você é a única pessoa 100% sincera consigo mesma, não precisa fingir que ta tudo certo.
Não ta tudo certo, mas tu pode fazer da forma certa e ajeitar as coisas. Não lide com isso sozinho, mas não minta pra ti.
Salve a ti mesmo antes de conseguir salvar o mundo. É só isso que eu posso dizer. Sinta tudo da forma mais sincera possível. Se estiver mal? Se sinta mal. Se estiver bem, se sinta bem. Se estiver com DOR, sinta a dor.
Não minta pra ti.
A sinceridade é a salvação.
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2019.11.15 08:06 FabiMonster Ela me traiu (texto longo)

Tinha feito um post com o mesmo título mas não expliquei direito o ocorrido. Para falar a verdade, eu só quero desafabar o meu relacionamento.
Logo de início já quero deixa claro que eu e ela webnamoramos (guarde para sí sua desesperança sobre se dar certo ou não).
Quero dizer tbm que eu já a traí(mandei nude para outra mina) no início do namoro... me arrependo MUITO disso, não é do meu caráter tal atitude, senti minha alma suja... tive vergonha de olhar para o céu, pro cara que tanto pedi que desse certo meu relacionamento.
Daí dps de 6/7 meses, não consegui mais guardar meu arrependimento para mim mesmo, aí EU MESMO Contei o que fiz para ela. Nesses 6/7 meses, eu foi vê-la duas vezes, passei uma semana com ela (webnamoro não dá certo p quem não tem esperança).
Quando contei a verdade, dps de um tempo (dias) ela me perdoou, pq ela me amava muito mesmo, como eu até hoje a amo mais que tudo, e vacilei com ela... se eu tivesse contado o que fiz antes de eu vê-la duas vezes, Com certeza ela teria terminado comigo. Tbm Não contei antes pq eu tinha de verdade planos de vida com ela, ela é o amor da minha vida.
Tive que estar presente (em ligações) 100% com ela, não queria que sofresse sozinha, eu tbm sofria com isso. Tbm queria que confiasse em mim novamente. E consegui isso.
Eu a traí uma única vez, sem pensar... mas nem fudendo, de verdade do fundo do meu coração eu nunca faria denovo o que fiz, nem com ela e nem com mais ninguém.
Isso tudo só foi para contextualizar
O título por sí só é auto explicativo sobre o que aconteceu comigo...
Ela beijou um cara da escola dela... que meses atrás me disse que tinha conhecido ele por uma amiga, sendo que essa amiga gosta dele, ela disse(essa semana) que começou a gosta dele um pouco quando se conheceram, mas não aconteceu nada, pq ela namorava cmg. Ele acabou se declarando para ela por ligação (essa parte ela me disse). O que eu poderia fazer? Eu estava a 380km prar tirar a bola toda(socar a cara dele) desse fdp.
Isso tudo meses atrás.
Essa semana, ela me contou que beijou (selinho diz ela) ele no mês passado. Ela dizia que não gostava dele, que não ligava para ele, pq a amiga dela já gostava dele, pq ela me amava muito.
De certa maneira, eu já esperava por isso, não com ele, mas a traição. Pq eu e ela (principalmente eu) se provocava muito com nudes, estávamos com muitas saudades de beijar um ao outro, do toque do outro, de nos se reencontrarmos, falávamos muito sobre fazer sexo intenso (não tínhamos feito antes maa fazíamos websexo kdjd) Tínhamos e temos muita atração um pelo outro. Ela é muito sensível, muito emocional. E toda essa atração/desejo se explodiu e ela não se controlou. Fez sem pensar na merda que fizera.
Ela disse que nenhum sentimento por mim tinha mudado, fala que me ama muito mesmo e quem ama não traí (ela própria falou isso) e que estava arrependida. Disse que se odiava por ter feito isso.
Para ser sincero de verdade, isso deveria ter acontecido, NÃO A TRAIÇÃO, mas algo que levasse a gente para baixo, algo muito difícil de se lidar, para testar se nos amávamos de verdade, nosso relacionamento não estava bem antes de ela fazer isso, a gente tinha dado um tempo, um tempo para com a gente mesmo, não era pra ficar nem trair ninguém.
Eu decidi continuar o relacionamento, eu a perdoei da mesma forma que ela tinha feito cmg, mas não por obrigação, eu queria perdoa lá, meu amor por ela é muito grande. Decidi continuar, mas com uma dor no coração, só quem foi traído sabe quanto doí, estava machucado, com medo. Ela me jurou muito que não aconteceria novamente. Eu avisei para ela, se acontecer novamente ou se ela gostasse de alguém mesmo se fosse por um seg se quer, ela me contaria daí eu terminaria com ela e tudo que a gente passou foi único.
Diferente do que aconteceu antes, que eu estava sempre do lado dela, para dividir a dor e o sofrimento que ela sentia pelo que eu tinha feito. Agora é eu que estou sofrendo para esquecer e superar isso. Mas ela não está comigo, ela começou a trabalhar (por um certo tempo) e todo o tempo que tínhamos junta se foi, de manhã ela vai p escola e de tarde vai trabalhar e só chega 01:01/01:30 da manhã. Agora só resta eu e minha mente falando merda para mim.
Eu e ela temos muito em comum, até cometemos os mesmos erros...
Poderem me chamar de corno, eu não ligo.
Com o meu coração em paz eu digo:
Eu acredito muito na gente.
Bye
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2019.08.27 20:46 just-ahappy Não consigo esquecer minha ex

Faz mais de 3 meses que a gente terminou eu acho que eu não consegui superar 100% ainda, foi meu primeiro namoro e a minha relação com ela era mais íntima (no sentido de contar as coisas que eu passo, claro) doq com minha mãe ou meu pai e isso que tá me fazendo falta, desabafar com ela ou só jogar conversa fora, tenho amigos que me chamam pra conversar mas eu não me sinto à vontade falando das merdas que acontecem na minha vida, ela era a única pessoa no mundo que eu podia falar literalmente qualquer coisa e eu sinto muita falta disso, não quero voltar a namorar com ela, só uma pessoa pra conversar, já tentei isso mas ela parece que não quer, ela não puxava assunto e era monossilábica, não sei o que fazer, tentei outras amizades mas acabo não conseguindo ter um sentimento pela pessoa pra me abrir por inteiro, sem contar que a transa e o beijo dela são muito melhor doq as outras meninas que sai esses últimos meses, não sei o que fazer, to “sozinho”
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2019.07.07 23:07 almofarizdosombra Feedback sobre texto

Nos últimos tempos, tenho andado a escrever uma pequena história e gostava de ter algum feedback. Já mostrei a alguns amigos, mas queria obter outro tipo de feedback menos parcial. O objetivo não é necessariamente publicar, mas também melhorar e aprender algumas coisas. Deixo aqui os primeiros três capitulos. É um romance dramático. Desde já obrigado a quem tirar um pouco do seu tempo para ler. Qualquer tipo de feedback é apreciado.

I
Sempre Bem
Sinto o seu cabelo suave enquanto lhe acaricio a cara lisa e macia. E linda. Muito linda. Aqueles cabelos sempre foram a minha perdição. Pretos, encaracolados, macios e cuidadosamente bem tratados. Mas não se pense que sou fraco, afinal até os homens mais fortes têm fraquezas. Vide o exemplo do Super Homem, individuo possuidor de uma super força, uma super velocidade, invulnerável até à mais poderosa bomba nuclear. Exceto à kryptonite. Com as devidas diferenças, eu acredito que sou um Super Homem. E aqueles cabelos são a minha kryptonite.
Ela agarra-me a mão como ninguém sabe agarrar. E mesmo que soubesse, ninguém era capaz de o fazer como ela que emprega toda a sua dedicação, emoção e amor naquele gesto. Amor. Será que ela me ama? Será que eu a amo?
Aproximo-me até estarmos quase colados. Ela está estranhamente calma. Eu estou estranhamente calmo. É como se já soubéssemos o que vai acontecer. Na verdade, não era difícil de advinhar. Há coisas na vida que são inevitáveis como o céu ser azul, depois de sábado ser domingo ou a morte. Mas mesmo nas inevitabilidades, a vida consegue ser imprevisivel. Peguemos no exemplo da morte: toda a gente sabe que vai morrer, mas não sabe quando, como, onde nem porquê. Até há quem já esteja morto e ainda não saiba. Mas eu não gosto de pensar na morte. Eu, qual Super Homem, estou sempre bem.
Os nossos lábios tocam-se ou pelo menos eu acho que sim, mas não tenho a certeza. Não tenho a certeza porque não sinto. Nada. Todo aquele momento inevitável que era suposto ser o pináculo da nossa relação até então, tantos rios que fizemos para desaguar naquele mar e agora estou adormecido. Vem-me à cabeça Let It Happen de Tame Impala.
It's always around me, all this noise, butNot really as loud as the voice saying"Let it happen, let it happen (It's gonna feel so good)Just let it happen, let it happen"
All this running aroundTrying to cover my shadowAn ocean growing insideAll the others seem shallowAll this running aroundBearing down on my shouldersI can hear an alarmMust be morning
É mesmo de manhã. Pego no telemóvel para ver as horas: 7:30. Foda-se, já estou atrasado. Procedo à minha rotina matinal: desligo o alarme; levanto-me da cama; ligo a torneira para aquecer a água; vou buscar a toalha e a roupa interior; sento-me na sanita a pensar na vida enquanto espero que a água aqueça; tomo banho; volto ao quarto para me vestir; como o pão com manteiga e bebo o café que a minha magnífica mãe pôs na secretária enquanto estava no banho; arrumo o PC e o carregador na mochila; ponho os headphones e ligo o Spotify. Tudo isto em meia hora. Não sei se é rápido ou lento, mas já sigo esta rotina há tanto tempo que o faço inconscientemente.
No caminho até ao autocarro, cruzo-me sempre com quatro cães. O primeiro é pequeno e peludo e traz consigo uma certa inocência e fragilidade; o segundo é já bem mais forte e imponente, mas muito calmo e pacífico. Acho que nunca o vi a ladrar ou sequer agitado o que não é muito normal para um cão daquela envergadura; o terceiro é a personificação do ditado “cão que ladra, não morde”; por último, mas não o menos importante, um pouco mais distante dos outros três, está o meu favorito: um pastor alemão de médio porte, tristonho, solitário e carente. Não sei o que se passa com ele, mas, seja a que hora for, está sempre deitado no chão no mesmo cantinho a olhar para a pequena porta gradeada à sua frente, esperando uma alma caridosa que passe para lhe dar o carinho que ele necessita. E eu bem tento, mas ele não me deixa. É bem jogado, eu não sou de confiança. Dejá vu. Tenho tanta pena dele que até já pensei em raptá-lo para lhe dar uma casa em que ele seja amado. Até comentei isso com ela.
Nós falamos tanto. Não me lembro da última semana que passei sem falar com ela, seja por mensagens ou (o meu favorito) pessoalmente. Por vezes estou eu perdido nos meus pensamentos como muitas vezes acontece e dou por mim a pegar no telemóvel e mandar-lhe uma mensagem. Falamos da vida, da morte, do sol, da chuva, do ontem, do amanhã e de cães. Ela tem uma cadela linda. Gosto tanto dela que é o meu wallpaper do telemóvel.
Já cheguei e nem reparei. Faço isto tantas vezes que já é automático. Instantâneo. Às vezes gostava que não fosse assim, que tomasse mais atenção ao que me rodeia, que aproveitasse mais os momentos, mais lentamente. Na verdade, neste caminho rotineiro, só há duas coisas às quais presto atenção e vejo com olhos de ver: cães e mulheres. Os cães iluminam o meu dia e aquecem o meu coração de tão fofos e inocentes que são. As mulheres fazem-me viajar. Por cada uma que passo, reparo nos seus traços, na sua postura, no seu olhar e imagino que aquela pode ser o amor da minha vida. Mas não é. Nunca é. E ainda bem para elas, certamente estão melhores sem mim. Dejá vu.
Chego ao portão e vou buscar o telemóvel para ver qual é a sala. Tenho uma mensagem do Diogo. «Não vens à avaliação?». Foda-se, esqueci-me. Não faz mal, eu safo-me, estou sempre bem.
II
Música Fria
“Isola-se a incógnita no primeiro membro e passa-se tudo o resto para o segundo membro com a operação inversa”.
Olham todos para mim com raiva e inveja. Outra vez.
“Certo, mais uma vez, mas na próxima não quero que sejas tu. Quero ouvir os outros”.
Eu não pedi isto. Eu não tenho culpa. Parem de olhar assim para mim. Enfio a cabeça no caderno e tento afastar os olhares, a inveja e a raiva da minha cabeça. Foca-te. Pensa em momentos melhores. Respira. Quem me dera que a Filipa gostasse de mim. Não, é impossível. De todos os pretendentes, nunca me iria escolher. Quando tens pretendentes muito mais fortes, confiantes e experientes, porquê escolher o mais fraco? Para não falar da beleza dos candidatos que é um fator muito relevante nestas discussões. Aí a diferença é abismal. A única vantagem que tenho é que somos amigos, mas a amizade não conta muito nestas coisas.
Dou por mim a resolver o resto dos exercícios. Já é automático. Instantâneo. Para mim, a matemática corre-me nas veias. Quem me dera que fosse assim nos outros aspetos da vida. Quem me dera que todos gostassem de mim. O meu sonho é que um dia toda a gente goste de mim. Vai ser tão fácil viver sem os olhares de julgamento, a inveja, o ódio.
Levantam-se todos, é hora de intervalo. Dez minutos a respirar ar fresco enquanto dou voltas à escola. Apesar de tudo, uma pessoa tem que se manter em forma. Se passo o dia numa sala e as aulas de educação física são o que são, como é que é suposto manter a forma física? Além disso, não tenho mais nada de interessante para fazer. Os temas de conversa são aborrecidos, não aprendo nada. E se não estou a aprender ou a evoluir é uma perda de tempo. Encontro a Filipa ao voltar para a sala. “Vais ficar hoje?”. Hoje é a reunião dos pais e normalmente a turma toda fica lá fora à espera deles. É melhor que ficar em casa sozinho com fome à espera que a tua mãe volte para te fazer o jantar. Assim pelo menos posso comprar um Snickers na máquina para enganar a fome. “Não sei.”. “Fica. O que é que vais fazer em casa sozinho?”. Eu já sabia que ia ficar. Estava só a fazer um teste para ver se ela se importava.
As aulas da tarde são sempre a mesma coisa. O que é habitualmente uma turma irrequieta, está agora apática.
“Dom João quarto casa com Luísa de Gusmão a 12 de janeiro de 1633”.
Quem me dera viver nesta época. Era tudo tão mais fácil. Evitava-se todo este jogo para descobrir se aquele era realmente o amor da tua vida, se vale a pena continuar, se vale a pena tentar ou se o amor da tua vida existe sequer. Simplesmente combinavas com outra pessoa que iam ser o amor das vossas vidas. Dava jeito a toda a gente. Evitava-se todo o tipo de confusões, dramas e lamúrias. Há quem diga que isso é que traz a magia às coisas. Eu digo que é uma merda. No modelo antigo, pessoas como eu podiam ser felizes. Assim, a possibilidade é bastante baixa para não dizer nula.
“Qual é a tua música favorita?”, pergunta-me a Filipa enquanto vejo a mãe a passar.
“Não gosto de música”.
“O quê?! Nunca conheci ninguém que não gostasse de música. É impossível. Toda a gente gosta de música.”.
“Eu não gosto”. Desta vez não estava só a tentar ganhar a atenção dela, é mesmo verdade, não gosto de música.
“Vou-te mostrar uma música.”. Olha para o telemóvel e põe uma música. Até não é má.
“É uma música fria”.
Ri-se. “És estranho.”. Diz isto enquanto me olha nos olhos. “Olha quero pedir-te um favor.”.
“Diz”.
“Ando a ter algumas dificuldades com matemática e pensei que tu me podias ajudar. Podíamos aproveitar este tempo e tu vinhas a minha casa fazer os TPC’s comigo. Que achas?”.
Ela não tem dificuldades a matemática. Pelo menos nunca aparentou ter até agora. Ou será que tem? As aparências iludem. “Pode ser”.
Sorri. “Vamos então.”.
É a primeira vez que alguém me convida para a sua casa. Não sei o que esperar, mas vai ter que ser rápido senão a minha mãe preocupa-se. Provavelmente consigo fazer aquilo tudo em dez minutos sem problema.
Afinal é isto. Mesmo que me tivessem dito que ia ser assim, que era disto que devia estar à espera eu não acreditava. Olho para o meu lado esquerdo e vejo a Filipa um bocado abatida. Compreensível. Se para mim foi anticlimático, imagino como terá sido para o outro lado. Tenho que dizer alguma coisa para tentar mudar este momento.
“Gostei da música que me mostraste. Põe outra vez.”. Vejo-a levantar-se, pegar no telemóvel e pôr a música. Acho que resultou. Pelo menos para mim o ambiente está melhor.
III
Tem de Ser
Estico-me para chegar ao telemóvel. “Posso meter uma música?”. Incrível como passados estes anos todos ainda continuo a ter os mesmos hábitos.
“Claro.”. A Sofia olha para mim como se aquele fosse o melhor momento da sua vida e eu fosse o principal responsável por isso. Chego-me perto para retribuir. Beijo-a ao som da Musica Fria. É um bom momento. Por alguns instantes, engana-me. Mas não é ela.
Volto ao telemóvel e abro as mensagens. Já não lhe mando uma mensagem há muito tempo. «Olá». Ela já sabe como isto funciona. Daqui a umas horas, vai-me responder e vamos falar da vida, da morte, do sol, da chuva, do ontem, do amanhã e de cães. Talvez até tenha sorte e receba alguns vídeos da cadela dela.
“Na quarta saio mais cedo. Podias vir aqui.”. A Sofia quer demasiado. É sempre aqui que as coisas começam a descambar. A minha vida amorosa é um ciclo vicioso. Começa sempre no verão e com ele vem uma sensação escaldante, uma energia renovada, a vontade de fazer mais e melhor a cada dia que passa. É por esta fase que ainda não desisti. É por isto que quase vale a pena. Sorrateiro, mas sem piedade, chega o outono. As folhas verdes e viçosas que antes emanavam esperança, estão agora castanhas e cansadas espalhadas pelo chão. É aqui que percebo mais uma vez que ainda não é esta. Não é ela. Aquilo que fazias no verão já não o consegues fazer. É demasiado frio. Agasalho-me para me sentir um pouco mais quente e preparar o inverno. Chega o inverno rigoroso. Todos os anos chega de rompante, sem avisar, sem dó nem piedade. Deixa-me a tremer de frio. Já não faço nada do que fazia no verão, só me apetece ficar em casa à espera que passe a tempestade. Lentamente, chega a primavera. Sinto um cheiro a ilusão no ar, há uma esperança renovada, uma certa vontade de voltar a repetir tudo à espera que desta vez o resultado seja diferente.
Repetir a mesma coisa vezes sem conta à espera de um resultado diferente: a definição de loucura. Todos os génios têm um pouco de loucura e eu, como génio que sou, não fujo à regra. Como génio a minha primeira invenção será um sistema de emparelhamento de casais. Nada dessas aplicações de encontros que há por aí. Nada disso. O meu sistema vai oferecer uma probabilidade de 99,9% dos participantes encontrarem o amor da sua vida. Para isso, os candidatos terão que passar por várias relações com término definido, a fim do algoritmo estudar as suas reações nesse espaço de tempo e também ao término inesperado da relação. Ah sim, esqueci-me de dizer que nenhum deles vai saber quando a relação acaba, isto para fazer com as reações sejam genuínas, com o objetivo de obter dados com a maior credibilidade possível. Também não vão saber quantas relações terão que passar até atingir o tão esperado amor da sua vida ou quanto tempo isso vai demorar. Agora que penso, se calhar este sistema já existe. Se calhar eu estou neste sistema. Se calhar estamos todos neste sistema. Se estivermos mesmo, eu sou a anomalia estatística. O 0,1%. A margem de erro. Não se pode ter sorte em tudo.
“Claro, achas que não ia aproveitar mais uma oportunidade para estar contigo?”. Tretas. Mentiras que eu repito na minha cabeça para me fazer acreditar que é mesmo verdade quando já sei o desfecho desta história.
Ah!, aquela última semana de verão. Acho que desta vez vou já fechar-me em casa no outono. Parece-me que este vai ser rigoroso.
Vejo-a passar no corredor. Ela repara em mim e vem dar-me um abraço. Adoro estes abraços. Ela abraça-me como ninguém sabe abraçar. E mesmo que soubesse, ninguém era capaz de o fazer como ela que emprega toda a sua dedicação, emoção e amor naquele gesto. Amor. Será que ela me ama? Será que eu a amo?
“Estás bem?”.
“Estou sempre bem, já sabes.”.
Vou ao bolso e tiro aquelas bolachas que ela gosta. Dou-lhe uma e começo a comer a outra. Adoro ver aquele sorriso que ela faz quando lhe dou a bolacha. É como se soubesse o que aquele gesto significa para mim.
“Não pareces bem.”.
Ela conhece-me demasiado bem. Demasiado até para o seu próprio bem.
“Mas estou, acredita. E tu?”.
“Já estou melhor. Um dia de cada vez.”.
Fico triste que ela não consiga ser 100% feliz. Se há pessoa que o merece é ela. Gostava de fazer mais por ela, mas não posso. Não consigo. Dou-lhe um beijo na testa e sigo para a aula.
«Hoje vou fazer aquela massa que tu gostas <3». A Sofia faz questão que eu não me esqueça dos nossos compromissos. Olho lá para fora e sinto o outono a chegar. Há uma certa beleza e tranquilidade nesta parte. Apesar de saberes que vêm aí tempos mais frios, ficas de certa forma contente porque tens a consciência do que está a acontecer. Assim, evitas ser apanhado de surpresa e, de repente, ficas sem tempo para te agasalhar. E tu não queres isso. Não queres, porque é assim que ficas doente.
Estou cá fora a fumar um cigarro enquanto olho para a porta. Porque é que estou a fumar? Eu só fumo quando estou stressado. Ou será que isso é uma mentira que eu repito para mim mesmo até acreditar, como tantas outras? Mas esta tenho quase a certeza que é mesmo verdade. Eu passo meses sem fumar até que um dia decido fumar um cigarro. Nestas fases nunca fumo mais do que um maço. Eu nem me apercebo quando elas começam porque não é sempre no outono. É como se o meu corpo dissesse que precisa de nicotina e eu lhe desse o que ele quer. Como muitas coisas na minha vida, já é automático. Instantâneo. Lucky Strike. Reza a lenda que tem este nome, porque, antes da marijuana ser ilegal, alguns maços continham um cigarro de marijuana como bonus.
Já chega. Pára e vai fazer aquilo que vieste aqui fazer. Toco à campainha. Se demorar muito, vou embora. Está calado, faz-te homem. Tem de ser. Há coisas na vida que tem mesmo de ser. É como se costuma dizer: o que tem de ser, tem muita força. Tanta força que me consegue empurrar escada acima, até ao quinto direito, para fazer aquilo que eu não quero fazer. Mas tem de ser.
Recebe-me com aquele sorriso que fazia derreter o coração de muitos. És tão boa para mim, Sofia. Foste tão boa para mim, Sofia.
Oh, I have been wondering where I have been ponderingWhere I've been lately is no concern of yoursWho's been touching my skinWho have I been lettingShy and tired-eyed am I today
Sometimes I sit, sometimes I stareSometimes they look and sometimes I don't careRarely I weep, sometimes I mustI'm wounded by dust
Nada dói mais do que o som duma porta a fechar. O impacto foi tão forte que caí para trás. Fico sentado encostado à parede a olhar para aquela porta que se acabou de fechar. Mais uma. Passa mais uma. Eu não quero saber, podes olhar. Sim, estou aqui no chão a chorar enquanto olho para a porta da mulher que acabei de rejeitar. Algum problema? O único problema aqui é tu não seres ela. Quem me dera que fosses. “É ela, não é?! Eu já sabia!”. Ela não te diz respeito, por isso, quando falares dela, falas com respeito. Era o que devia ter dito, mas eu sou fraco. Nestas questões, sou fraquíssimo. Mas se até o Super Homem tem uma fraqueza, eu também posso ter. No entanto, o que é o Super Homem sem o amor? Podes ser o imperador do mundo inteiro, da galáxia inteira, mas sem amor não és homem nenhum, quanto mais Super Homem.
E se eu me atirasse daqui? Será que morria? Se eu morresse, ninguém ia querer saber. Só ela. E mesmo ela ia ficar triste inicialmente, mas depois ia passar. Até é melhor para ela, evita-se a inevitabilidade a que todas as minhas relações se destinam: fracasso. Todas as amizades, todos os namoros acabam por dar mal de uma maneira ou outra e o pior é que sugo sempre um bocado da outra pessoa comigo. Prefiro não estar cá para ver isso acontecer com ela. Até agora pensei sempre na razão de eu ter tanto azar, afinal eu sou boa pessoa. Agora percebi finalmente. Só há uma possibilidade, um denominador comum, uma pessoa em falta: eu.
Chegou a hora de eliminar os denominadores, mas antes disso tenho que lhe deixar uma mensagem para ela saber o quão boa foi para mim. Desculpa.
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2019.01.04 07:18 Kilu4 Após a escuridão sempre vem o amanhecer

(EDIT PARA O TLDR) : Meu namoro de cerca de 1 ano e meio , acabou e só agora eu consegui perceber o quanto me fez mal estar nisso e quanta merda passei por ter me envolvido com alguém enquanto eu tinha 0 autoestima. Porém agora que notei tudo isso estou pronto pra fazer desse novo ano muito melhor e começarei isso me conhecendo
Acho que nunca estive mais esperançoso.
Meu 2018 foi maravilhoso, ganhei um aumento, consegui uma bolsa integral, fiz meu primeiro concurso público, até mesmo um cursinho de primeiros socorros eu me aventurei. Mas um único fato foi capaz de tirar toda minha vontade e alegria nesse final de ano, o fim do meu "namoro".
Esse foi o meu 1º namoro. Eu perdi o meu BV com ela, minha virgindade e ainda assim eu saio desse namoro com uma sensação de que eu não fui o bastante.
Quando olho pra trás, vejo coisas que me envergonham e ao mesmo me deixaram uma cicatriz tão grande que me fez me questionar o quão pouco eu signifiquei na vida dela ao mesmo tempo que me sinto um tanto inútil dado ao quanto ela significou pra mim.
Alguns desses casos que me marcaram foram os seguintes:
1º- Ela tinha um Ex namoro virtual, porém quando a gente tinha menos de 1 mês de namoro, o rapaz chamado Lucas (eu sei que nunca vou esquecer essa história, já que tem Lucas a cada 2 metros) voltou a conversar com ela. Ela se declarou para o garoto sobre o que sentia, e ele disse que não poderia corresponder a mesma coisa. Eu fiquei arrasado com isso, mas procurei perdoar já que ela foi honesta comigo. Porém o problema com esse cara se repetiu mais 3 vezes. Ela terminou e me bloqueou após ver uma foto dele no instagram, voltou a conversar escondida com ele ( tinhamos combinado de manter ele bloqueado após a vez do instagram ) e na 4ª vez nós terminamos quando ela mandou escolher " Aceitar e ficar de boa ou terminar ", acabei perdoando e hoje sequer sei o motivo de ter me rebaixado nesse estado, mas isso eu sei que é algo que vai ficar marcado para sempre e destruiu a confiança plena que eu sempre deixei claro que quis ter e me fez perdoar na 1ª vez.
2º- Eu estava disposto a pagar um curso preparatório para o ENEM, já que queria cursar História ao mesmo tempo que iria me manter perto dela. Pois bem, era legal quando não tinha ninguém olhando. Sério, a gente chegava a se tocar na VAN escondidos, mas quando alguém nos olhava ela simplesmente fingia que eu não era nada. Eu passei a acreditar que ela tinha vergonha de mim, já fazia cerca de 7 meses escondidos e ela não havia criado coragem pra falar com os pais ( nunca quis passar por cima da vontade dela nisso ) e no curso que só haviam pessoas estranhas ela fingia que mal me conhecia. Chegou a falar na minha cara para uma pessoa que só eramos conhecidos quando uma pessoa perguntou e eu fiquei me sentindo péssimo. Cheguei a conversar com ela sobre isso, mas não resolveu de nada e pouco tempo depois fui obrigado a sair do curso por conta de uns problemas em casa.
3º- Ela vivia falando que se eu fosse como um colega meu, que pegou bolsa no Mackenzie e arrumou um estagio ganhando 2.5k ela conseguiria me assumir pros pais, já que eles queriam alguém que tivesse fazendo faculdade. Até ai, eu ainda me forçava pra compreender. Porém depois de um tempo de sair do curso, eu consegui entrar na faculdade com bolsa integral no 2º semestre. Claro que não é nível Mackenzie e nunca será, mas ela passou um bom tempo me chamando de fracassado/acomodado por estar cursando administração em vez de ter estudado pra história. ( não tem história presencial aqui na cidade, e eu não tenho familia espalhada brasil a fora ou familia que vai dar 3k por mês pra ela sobreviver ), e meu serviço não ganha bem, longe disso. Mas não é algo que a familia dela teria preconceito como empacotador de supermercado. ( Sou monitor de cursos interativos, aqueles estilo Microway ou microlins da vida)
Salvo outras coisas aleatórias, como dizer que eu estraguei a vida da minha mãe por ter nascido, ou sempre terminar por motivos aleatórios, me bloquear e voltar dias depois fingindo que nada aconteceu, ou o que mais me irritava desde sempre, cobrar que eu perdoasse ela 100% das merdas que fazia, quando voltava sempre a fazer a mesma coisa.
Nesse nosso término, por exemplo, ela acusa que eu nunca " motivei " ela. Mano, eu via a menina praticamente a cada 2 meses com ela morando na minha cidade porque ela queria estudar pra medicina. Eu trabalhava algumas horas a mais pra juntar tempo o suficiente pra uma folga. Eu me preocupei com ela indo morar pra Foz do Iguaçu pra fazer medicina no Paraguai e cheguei a pedir um acordo pro meu chefe, pra poder mudar pra lá e ter a sensação de morar sozinho e já ia me ajudar na ansiedade de preocupação com ela com a única condição de falar com os pais dela.( sim, novembro de 2018 ainda não tinha dito ) Ela não quis falar, preferiu falar que não queria viver vida de casada ( ??? ) e que eu iria só atrapalhar a juventude dela. E inclusive usou essa minha preocupação pra falar que eu só queria ir por achar a menina uma retardada ou coisa assim. Detalhe: Não faziam 2 meses que ela passava por psiquiatra com remédio controlados, inclusive ela diz que surtou numa festa de final de ano aqui da empresa do pai dela na volta pra casa deles.
E sinceramente, eu olho pra tudo e isso e somente penso o quão errado isso tudo deu. Eu percebi o quanto eu aguentei e o quão mal eu me senti nessa relação simplesmente por insegurança e carência. Eu descobri que não sei o que gosto além de e-sports, futebol, animes, filmes e jogos em geral.
Eu só sei que quero mudar. Quero tentar me tornar uma pessoa melhor em geral, descobrir novos hobbys, perder a timidez e quem sabe até mesmo aprender a flertar. Tirei um tempo pra aprender a usar aqueles temas do /androidthemes (e consegui!), irei começar a aprender a configurar a camera manual do celular e depois a editar com o LightRoom. Com o dinheiro que guardei pra comprar nossa aliança de namoro fiz minha tatuagem de Fullmetal Alchemist, planejo fazer um cronograma pra estudar no mínimo 1h por dia assim que voltar meu serviço e eu descobrir se vai ter mudanças nos horários e principalmente vou valorizar ainda mais minha mãe e meus avós, pois eles sim são as pessoas que sempre estarão comigo e se orgulham de todas as minhas conquistas, mesmo que seja um emprego que ganha um salário mínimo ou uma bolsa de faculdade mesmo que não seja o que você sonhou.
Finalmente descobri que esse sofrimento todo foi por ter colocado ela acima de tudo e principalmente por não ter tido autoestima suficiente de olhar pra si mesmo naquele tempo todo e dizer " Você vale mais que isso " por que eu realmente valho mais!
Eu comecei do zero no meu emprego como um estagiário fudido cujo o próprio chefe me fala hoje em dia que tem um puta orgulho do que eu me tornei, pq ele achava que eu iria desistir em 1 mês e quando pedi demissão me ofereceram um aumento, e eu me senti importante e útil, além desse valor ter me ajudado absurdos em casa. Além disso eu fui MUITO bem no 1º semestre de ADM e até que gostei das primeiras matérias, o que me animou um monte por ser um curso " por fazer "
Eu posso ter passado meu final de ano um tanto depressivo enquanto assistia o glorioso Silvio Santos. Mas esse ano não. 2019 será o ano em que finalmente eu terei orgulho de mim mesmo.
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2018.05.05 07:59 koyaanisqatsi_guy Me apaixonei por uma colega de trabalho... e mudou minha vida.

O título já diz tudo. Vou contar brevemente essa experiência, pois é algo que eu vou precisar de muita força de vontade para superar.
Isso aconteceu um ano atrás...
Eu trabalho no mercado de comunicação, a rotatividade de pessoas entre empresas é muito grande, em um ano que consegui diversas entrevistas acabei passando por 3 empresas grandes, e na última delas eu conheci essa garota.
Foi por indicação de um amigo que eu fiz entrevista nesse lugar. E ele trabalhava com ela, não diretamente, mas no mesmo setor. Eu demorei um tempo pra notar que ela era diferente, a primeira vista foi só mais uma garota de 28 anos, linda e meio nerd. Porém, eu estava em uma fase de focar apenas no trabalho, pois sempre tive muita dificuldade com o lado social. Desde que me mudei para essa cidade decidi me envolver com qualquer garota que fosse fisicamente atraente, devido as frustrações de amar alguém profundamente, acabei me forçando a ser superficial. Isso foi me afetando aos poucos, até chegar em um ponto que eu simplesmente não via mais razão para isso, foi quando eu me afastei socialmente de tudo e comecei a trabalhar demais, o meu desempenho profissional aumentou, então decidi procurar lugar melhor, melhor salário, que no caso, foi a indicação do meu amigo.
Alguns anos atrás eu estava em uma faze em que projetava sinais e razões em tudo. Algo como me convencer a fazer algo por que música x que lembra pessoa y está tocando no momento em que eu estou no lugar z, então eu devo seguir meu "instinto" de investir naquela pessoa, mesmo se não tiver nenhuma chance.
Voltamos para o mês em que eu entrei na empresa nova, dezembro/16. Em janeiro eu estava almoçando com ela e com o grupo do setor dela, que incluía meu amigo, praticamente todos os dias. No terceiro dia meu amigo confirmou o que já se passava pela minha cabeça.
No almoço acontecia do grupo todo ter um assunto, mas eu e ela outro, não importa aonde estávamos sentados,longe, perto, a conversa era muito interessante pra ficar quieto.
Isso me deixou em completo estado de choque. Ela era simplesmente muito parecida comigo, eu ficava bugado, não sabia o que fazer.
Devido ao stress do trabalho, minha ansiedade tinha aumentado e como medida eu comecei a fazer terapia alguns anos atrás, meu terapeuta foi enfático em me dizer que eu deveria me permitir a amar e a me arriscar. Eu abracei a ideia.
Como um cara timído, nerd, com alto-estima baixa conquista uma garota? Eu não tenho a mínima ideia. Na minha humilde opinião e experiência própria isso é extremamente difícil. Mas não impossível.
Durante o processo da 'conquista' eu estava em um estado de negação a vida, pois eu achava ela atraente e interessante demais para minha pessoa. Passava horas questionando o por que do universo colocar essa pessoa em minha vida, pensando em todas coincidências que aconteceram para eu conhecer ela e de fato me interessar, era algo surreal. Mesmo gosto por música, filmes, nosso assunto preferido era realidade simulada, sério!
Eu decidi que iria ser sincero, deixar claro meu interesse e ver no que dava. Enquanto isso meu amigo e meus novos amigos da empresa comentavam que ela realmente dava sinais de interesse. Nesse ponto eu já estava imaginando coisas. Mas foi frustrante. Ela tinha acabado de sair de um namoro de 7 anos, engatado em uma relação breve de 3 anos e alguns meses antes ela tinha se envolvido com uma pessoa da empresa. Quando eu descobri isso, abri mão. Entrei em um estado de pré-depressão. Eu uso muito metro, ficava parado, esperando o vagão passar pensando em como seria mais facil me jogar ali do que esperar eu conseguir o amor dela.
Isso foi me dominando, essa vontade de querer fazer ela feliz e ver ela ao meu lado me implodia de angustia por não conseguir ver isso se concretizando. Há essa altura eu já sábia que ela não tava fazendo nem um pouco bem para mim, mas eu não estava pensando nisso, estava pensando em fazer ela feliz.
A primeira tentativa foi demonstrar interesse, coisa que fiz até demais. Chamava ela pra sair pro bar toda quinta e sexta feira, não conseguia me conter em ficar feliz com um sorriso de orelha a orelha quando ela aceitava. Era algo maior que o meu auto controle e que a minha força de vontade. Em janeiro foi o mês de colocar as cartas na mesa, eu deixei claro que me interessava por ela e queria sair apenas com ela, então, ela finalmente colocou um ponto final em tudo. Me disse que não queria se envolver com pessoas do trabalho, então contou os relacionamentos dela. Ai tudo fez sentido, finalmente, o medo de falhar que eu tinha, se tornou realidade.
É engraçado, pois foi muito aliviante. Eu finalmente tinha o não dela e com isso podia me conformar com mais um não da vida, me lembrar o por que eu focava no trabalho o por que disso. A frustração me fazia esquecer tudo e me deixava muito produtivo. Eu sempre usei tristeza, raiva e sofrimento ao meu favor.
Começou fevereiro
Nos dias seguintes, o mais absurdo acontece: ela me chama para ir na casa dela. Após o fora, eu imaginava que iria existir um silêncio e que o nosso começo de amizade iria morrer rápido, mas foi o oposto. Amizade era o objetivo dela, talvez uma amizade colorida. Mas definitivamente nada sério. Eu aceitei o convite de ir para casa dela, mas com uma consciência de que eu era apenas amigo. Conhecendo amigos que forçam beijo na balada e fazem esse tipo de coisa escrota, eu nunca iria tentar beijar ela após o fora. Ia ser muito constrangedor se ela não gostasse e isso era o fim do mundo em loop para mim.
Ela deu diversos sinais, mas ao mesmo tempo me contou como sempre teve mais amigos homens do que mulheres, eu achei que tinha lido a situação de uma maneira correta. Nesse dia eu fui o mais tapado possível, fui um amigo mesmo, não tentei nada. Depois disso, quarta feira, na sexta ela estava no bar comigo e com o pessoal do trabalho e convidou para irmos até a casa dela. Eu falei para o meu amigo que tinha interesse nela (não era o amigo do trabalho). Isso foi surreal. Um amigo de um outro ciclo de amigos tinha conhecido ela naquele dia, e ela convidou nós dois para irmos até lá. Eu não entendi nada. Fui sincero com ele, falei que estava muito interessado e que gostaria de tentar algo naquele dia. Ele foi super gente boa e foi embora uma meia hora depois.
Era isso, eu estava sozinho com ela no apartamento dela. Mas na verdade eu estava aprisionado dentro da minha cabeça não me permitindo tentar nada. Então eu não tentei. Nem cheguei perto. Falei tanto que a coitada caiu de sono. Nesse dia eu estava conformado que tinha zerado quaisquer ruídos e chances de relacionamento amoroso com ela.
Eu descobri que ela estava com receio de ficar comigo pelo nível de atenção e interesse que eu demonstrava por ela. Ela estava corretíssima, nós estávamos em sintonias diferentes ainda sim nosso radinho de pilha captava a frequência do outro sem querer. O fatídico dia foi durante um happy hour da empresa, no próprio local onde nós trabalhávamos. O fato de pensar em ver ela me dava ansiedade, então comecei a evitar. Não queria ir até o happy hour por nada, então fiquei na minha mesa trabalhando, naturalmente, quando todos já estavam se alcoolizando e socializando. Eu estaria bem ali a noite inteira, talvez angustiado mas transformando tudo em produtividade, é o que eu sei fazer afinal. Mas meu amigo tramou um plano, chamou a melhor amiga dela no trabalho e quando eu percebi estava sozinho com ela. A reação dela quando eu me aproximei? Foi virar para o outro lado.
Imediatamente voltei para minha mesa, coloquei meu fone e voltei a trabalhar como se nada houvesse acontecido. Ela me liga 3 vezes e comeca a mandar mensagens, pedindo para eu responder, perguntando se eu estava bravo. Eu falei a verdade, que não deveria mais ver ou falar com ela pois estava me atrapalhando e me fazendo mal. Era a hora perfeita para tudo acabar e eu voltar para a minha vida medíocre.
Ela então, as 2 horas da manhã me chama para ir no apartamento dela. Nunca, nem em 100 vidas eu diria não. Eu fui, sentindo que tinha atingido um objetivo superficial, quando na verdade, no meu interior, eu me preocupava com as consequências. Eu não queria encontrar ela bêbada, queria que fosse algo verdadeiro mesmo que fosse uma simples conversa.
Eis que eu fiz a maior besteira da minha vida. Eu preferi ela do que eu mesmo. Eu escolhi por fazer alguém feliz e me fazer infeliz, sem pensar ou medir as consequências. Então eu convenci ela, e a mim mesmo que eu tinha entendido a situação e que nós poderíamos ficar aquele dia e sermos amigos. Acabamos dormindo juntos, foi de fato um dos melhores dias da minha vida, não apenas pelo sexo, mas pela satisfação em fazer alguém que você ama feliz. Comecei a me alimentar daquela sensação. A relação foi cada vez mais tomando uma forma e quando eu percebi, estava ali, moldado, desenhado e exposto: Eu estava vivendo para ela.
Ela me ligava de noite, pedia para eu ir até a casa dela, eu pegava o táxi e ia na hora, não importa o dinheiro, distância, sono, nada, o que importa é fazer essa garota feliz. O problema é que durante o dia, eu sabia que ela não queria nada, então no trabalho eramos apenas colegas na perspectiva dos outros. Eu fui ficando cada vez mais interessado, fui me cedendo cada vez mais, ao chegar no ponto em que eu via que apenas ela definia quando iriamos nos ver. Eu não conseguia chamar ela pra sair e receber um sim, tinha que ser algo quando ela queria. Nessa altura do campeonato eu já estava muito perdido, a consequência da solidão batia na porta mas eu simplesmente ignorava e achava que era uma viagem minha, que tudo iria dar certo e eu iria conquistar ela.
Isso foi criando um vazio dentro de mim, pois eu sabia que ela não tinha terminado o último relacionamento dela de forma amigável, isso começou a afetar ela e consequentemente a mim, que ficava imaginando o que teria acontecido, pois ambos estavam quase morando juntos.
Então, março
O fim veio rápido como o final do feriado de carnaval. Passamos todos os dias juntos transando, conversando, mas aquela bola de neve gigante estava vindo e nós dois sabíamos, o problema é que eu tinha convencido ela que não tinha bola de neve e tava tudo bem. Um dia, ela me chamou para ir na casa dela jantar. Era meio que um big deal, pois nunca havia existido um convite antecipado como esse. Ela tinha arrumado a varanda com luzes e uma mesinha, foi simplesmente uma das coisas mais legais e agradáveis que eu já vivenciei com alguém. Infelizmente a bola de neve engoliu tudo esse dia. Claramente incomodada com a situação, com o que nós estávamos fazendo, ela ficou em um mood estranho e distante de mim. Era a primeira vez que ela fazia aquilo. Eu não entendi e tentei contornar, em um certo ponto eu soube que aquele era o último dia.
Depois disso ela se distanciou de mim, parou de falar comigo frequentemente. Eu achei que era algum tipo de mind game feminino, para eu correr atrás ou algo do tipo. Eu corri atrás e dei de cara em uma parede quilométrica. Não existia mais aquela ponte entre a gente, não existia mais nada a não ser uma tensão de quando vai ser a proxima vez que ela vai me chamar. Os pensamentos suicidas voltaram, eu já não conseguia trabalhar no mesmo local com medo de olhar no olho dela e saborear aquela sensação de que ela não me quer na vida dela, além dos meus pensamentos auto depreciativos de que eu era um bosta e que eu tinha me colocado em uma situação de merda.
A minha ansiedade piorou, tive que me ausentar um mês do trabalho por causa de crises constantes de ansiedade, comecei tratamento psiquiátrico junto com a terapia para segurar a ansiedade, não conseguia sair de casa, não conseguia fazer nada a não ser pensar nesse fracasso. Engordei 17 kg em um período de 9 meses. Eu fazia academia para emagrecer para ela me notar. Tenho 1,78 e estava com 80kg, depois disso, cheguei aos 98kg.
What a ride.
Depis de maio-abril de 2017 eu expliquei para ela que seria melhor se eu me afastasse para sempre. Bloqueei ela em todas minhas redes sociais, toda vez que via ela saia imediatamente do campo de visão dela, pois me dava crise de ansiedade. Evitava todos lugares achando que ela estaria ali. Não existia mais tranquilidade, ela aparecia nos meus sonhos, pesadelos. Eu realmente me perdi. Nunca mais vou conseguir falar com ela, perdi a chance de fazer essa garota incrível feliz. Obviamente a culpa de tudo isso é minha. Não tive maturidade para lidar e deu no que deu.
Atualmente eu lido com isso de uma maneira objetiva, que é: aprendizado. A vontade de morrer sempre vai existir, afinal, eu ainda amo essa garota. Nunca vou superar totalmente essa experiência devido a maneira que aconteceu. Eu me isolei socialmente por quase 12 meses, cheguei a excluir diversos amigos de longa data apenas por que eles namoravam. Apaguei familia de todas redes sociais, tudo me fazia lembrar de como eu era um miserável solitário que tinha falhado na única chance de conquistar a mulher da minha vida.
A única razão que eu estou escrevendo tudo isso, é por que eu preciso tirar isso de dentro de mim. Se eu realmente quero viver e tenho amor a mim mesmo, eu tenho que seguir em frente e ser resistente. Isso foi apenas um aprendizado, dos mais difíceis de toda minha vida. Eu questionava diariamente o por que de tudo isso ter acontecido. Eu nunca mais vou ser o mesmo, essa lição me mostrou muita coisa, uma delas é que eu tenho uma batalha constante com o meu eu interior. Nosso auto controle define quem somos, se você não em auto controle, possivelmente você vai se colocar em situações que podem mudar você e sua vida para sempre, eu espero que de maneira positiva.
Eu ainda tenho muito tempo pela frente para transformar o saldo dessa história em positivo. Mas o que eu queria mesmo era estar com ela.
Saudades de você, n.
TLDR;
Me iludi com uma colega de trabalho que era muito parecida comigo, fingi que estava preparado para uma relação superficial mas me apaixonei e acabei me perdendo dentro de mim mesmo. Entrei em depressão e me isolei socialmente por quase um ano, suicídio era mais aliviante do que pensar em um futuro positivo. A existência era dolorosa e pesada. Hoje eu sei que isso foi um aprendizado, daqueles fudidos que não é para a gente esquecer. Vou levar isso pro resto da vida, espero que com o tempo transforme o resultado em algo positivo.
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